quinta-feira, 25 de maio de 2017

Informe MS





DAB disponibiliza FormSUS sobre Unidades Móveis Odontológicas (UOM)

Data de publicação: 25/05/2017

O diagnóstico é uma ferramenta que busca aprimorar os mecanismos de cooperação interfederativa

O FormSUS foi disponibilizado aos gestores municipais de saúde com o objetivo de realizar um diagnóstico acerca das Unidades Odontológicas Móveis para a revisão da Portaria nº 2.371, de 7 de outubro de 2009 e esse diagnóstico tem o intuito de ser uma ferramenta para aprimorarmos os mecanismos de cooperação interfederativa. Além disso, tem por objetivo realizar um breve diagnóstico sobre a situação das UOM´s em suas principais demandas e necessidades, sobretudo, no que diz respeito a aspectos do seu funcionamento, organização do processo de trabalho e atenção ofertada à população nos municípios contemplados pela doação desses veículos. O formulário ficará disponível até dia 30 de junho de 2017.

Clique no link --> www.bit.ly/FormsusUOMs <-- e responda o FormSUS-UOMs.

Informe MS





O SUS das Práticas Integrativas: Fitoterapia

Data de publicação: 24/05/2017

O tratamento das doenças a partir de plantas medicinais em Vitória (ES) faz a diferença no cuidado à saúde

Vitória, no Espírito Santo, oferta medicamentos fitoterápicos padronizados em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Além da fitoterapia, tem Reiki, dança circular, do-in e auriculoterapia. Outra marca relevante é a média de atendimentos em Práticas Integrativas e Complementares (PICS): 40 mil pessoas por ano. A rede tem 130 prescritores, 11 projetos de  jardins terapêuticos e seis hortas urbanas em escolas, parques e áreas ociosas.
Segundo a coordenadora do Programa de Práticas Integrativas e Complementares  (PICS) de Vitória, a médica Henriqueta Sacramento, a Fitoterapia é um tratamento das doenças a partir de extratos vegetais de plantas medicinais. Na Atenção Básica, é prescrita de acordo com critérios científicos de indicações, contraindicações e efeitos adversos.
Há uma relação municipal de medicamentos fitoterápicos, definida mediante critérios pela Comissão municipal de medicamentos, que são indicados para determinadas patologias. “Realizamos estudo sobre a aceitação da população aos fitoterápicos e observou-se que a maioria dos entrevistados têm aceitação da prática”, afirma a homeopata.
Histórico
Em 1992, Vitória instituiu o programa de Fitoterapia. Depois instituiu o projeto Farmácia Viva e a Política Municipal de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, com participação dos servidores municipais na validação da normativa e acompanhamento pelo Conselho Municipal de Saúde. A oferta de medicamentos fitoterápicos começou após inauguração da farmácia de manipulação em 1996. Há 25 anos, o município vem trabalhando pela inclusão de mais práticas integrativas no SUS.
O município conta hoje com 130 prescritores e realiza cursos de capacitação em Fitoterapia na Atenção Básica e promoção da saúde, com regularidade. Desde 2013, a implementação dos Jardins Terapêuticos — espaços de cultivo de hortas de plantas medicinais e alimentícias nos serviços de saúde — busca resgatar o saber popular e a valorização do consumo consciente de plantas medicinais e alimentícias orgânicas, além do empoderamento e autonomia da população no preparo de seus próprios remédios caseiros para resolver algumas enfermidades.
“O trabalho na comunidade permite trocas de saberes, exercício da solidariedade e fortalecimento do vínculo com a natureza. São cultivados pelos servidores dos serviços, que estimulam a participação comunitária para cuidar, regar e produzir receitas caseiras através de Cursos e Oficinas”, contextualiza a especialista em homeopatia.
Implantação
A gestão municipal, em 1989, buscou instituir uma referência técnica em fitoterapia para assumir a coordenação do programa. Já em 1991, após a criação de vagas para médico, farmacêutico e engenheiro agrônomo, o município realizou concurso público para efetivar os profissionais do projeto.
As hortas urbanas comunitárias foram implementadas após a inserção dos jardins terapêuticos nas unidades de saúde, visando ampliar para terrenos ociosos. As hortas fazem parte do programa de governo desde 2013. Foram implantadas seis hortas em 2016 em terrenos ociosos de espaços públicos como a prefeitura, escolas, igrejas e unidades de saúde. Neste ano a demanda triplicou.
“A construção das hortas comunitárias busca incentivar o consumo consciente e o desenvolvimento local sustentável. Com isso, conseguimos melhorar a qualidade de vida da população, visando a redução de doenças crônicas, do consumo de alimentos industrializados e com agrotóxicos, e a utilização de medicamentos sintéticos”, conta Henriqueta.
O projeto estimula a convivência com ações educativas que visem trocas de experiências, educação em saúde, promoção da saúde e vida saudável, além de diminuir a exclusão social. A comunidade participa por iniciativa própria, demandando apoio da prefeitura, ou é convidada a participar de algum projeto.
“Realizamos reuniões visando conhecer a proposta ou apresentar a fitoterapia. Temos uma metodologia participativa. São realizados cursos e oficinas sobre cuidados na implantação e manutenção de uma horta, preparo de repelentes naturais, preparo de receitas caseiras, entre outros”, explica a médica.
Boas experiências
Na semana que vem, descubra como a Medicina Tradicional Chinesa mudou a realidade de Blumenau (SC). Histórias como a de Vitória acontecem em todo o país. Se no seu município há oferta de osteopatia, musicoterapia, quiropraxia, Ayurveda, biodança, dança circular, reflexoterapia, shantala, Terapia comunitária integrativa ou Yoga, envie sua história para o e-mail: educomunicacao.dab@gmail.com. Queremos divulgar experiências bem sucedidas para incentivar outros municípios a investirem na estruturação das PICS, bem como na melhoria da promoção, prevenção e cuidado da população.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Informe MS





Colabore com a estratégia e-SUS Atenção Básica

Data de publicação: 22/05/2017

Página tem como objetivo, receber opinião dos profissionais que utilizam o Prontuário Eletrônico do Cidadão

A pesquisa de opinião interativa sobre o Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) e a Coleta de Dados Simplificada (CDS) da estratégia e-SUS AB está disponível para contribuições dos usuários dos sistemas a partir de hoje. O software já passou por algumas versões buscando aperfeiçoamento das funcionalidades que apresenta, bem como novas funcionalidades.
A página vai centralizar as sugestões dos usuários para que a equipe de análise possa estudar futuras modificações no sistema. Os profissionais podem enviar suas contribuições de melhoria do PEC/CDS para serem divulgadas, sem a necessidade de cadastro prévio. As sugestões já publicadas, podem ser visualizadas e votadas, as mais votadas serão analisadas com maior prioridade pelo Grupo Técnico do e-SUS AB, sendo que todas as sugestões vão para análise do moderador antes de ficarem visível para votação.
A equipe do e-SUS AB separou alguns tópicos para guiar as contribuições, são eles: PEC, CDS, Sistema de Informação em Saúde da Atenção Básica (SISAB), instalação e configuração do PEC, e-SUS AB Território e e-SUS AD.
Acesse o link e contribua com o aperfeiçoamento da estratégia e-SUS AB.
Assista ao vídeo explicativo aqui.

Informe MS





CGAN produz série de vídeos educativos com o tema 'alimentação adequada e saudável'

Data de publicação: 22/05/2017

O material auxilia o trabalho dos profissionais de saúde e educação que participam do Programa Saúde na Escola 

A Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do DAB (CGAN) produziu, em parceria com Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vídeos educativos para tratar da alimentação saudável nas escolas. Voltados para profissionais de saúde e de educação que participam do Programa Saúde na Escola (PSE), o material busca proporcionar e promover a ampliação da discussão sobre alimentação saudável no ambiente escolar.

“A escola é um espaço privilegiado para a promoção da saúde, que desempenha papel fundamental na formação cidadã, de valores e de hábitos. É um ambiente propício para o desenvolvimento de estratégias de promoção da alimentação adequada e saudável (PAAS) que envolvam toda a comunidade escolar: professores (as), merendeiros (as), gestores (as), educandos (as), pais/responsáveis, equipes de saúde” explica Bruna Pitasi, técnica do Departamento de Atenção Básica.
Reconhecendo a importância do investimento na educação alimentar e nutricional, a série integra um conjunto de materiais de apoio que vem sendo produzidos pela CGAN para apoiar as ações de promoção da saúde do Programa Saúde na Escola. Os vídeos são uma das ferramentas disponibilizadas para despertar o interesse e a participação dos educandos e de toda a comunidade escolar e promover a construção coletiva do conhecimento sobre Alimentação e Nutrição no mundo contemporâneo. Além de valorizar um tema tão transversal que é a alimentação, a ideia é aproximar o assunto do cotidiano dos estudantes.

Vídeos

Os caminhos da comida
 – vídeo voltado para professores e profissionais de saúde que aborda as dimensões da alimentação e os componentes do sistema alimentar e, ainda, a importância da promoção da alimentação adequada e saudável no ambiente escolar.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Informe MS





Equipamento obrigatório e essencial no PMAQ

Data de publicação: 19/05/2017

Na avaliação externa da Equipe de Saúde Bucal, há questões nessas duas categorias. Entenda como isso impacta na certificação

Para garantir um melhor atendimento à população pela Equipe de Saúde Bucal (ESB) na Unidade Básica de Saúde (UBS), alguns equipamentos de trabalho dos profissionais foram divididos em dois grupos: obrigatório e essencial.  Na avaliação externa do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ), esses padrões serão utilizados para compor a nota de certificação das equipes.
Entre as dúvidas mais constantes sobre o tema, o uso do autoclave está no topo da lista. A pergunta foi reformulada e o que será utilizado como padrão essencial para a ESB é se há aparelho para esterilizar os materiais na UBS.
“Na próxima avaliação, o questionamento mudou para não causar erros de informação. Entretanto, é importante esclarecer que o autoclave pode ser compartilhado pelas equipes da unidade, ou seja, não é necessário que o instrumento esteja vinculado ao trabalho de uma só ESB”, explica Renata Pella, da equipe do PMAQ do Departamento de Atenção Básica (DAB).
A pergunta sobre o compressor de ar com válvula de segurança ou compressor elétrico também causava dúvidas e foi refeita. A equipe precisa ter um deles para as atividades de rotina da prática de saúde bucal, e não os dois para ser avaliada bem.
Obrigatório x Essencial
A cadeira odontológica é indispensável para assistência à saúde bucal. O critério é considerado obrigatório na avaliação externa: uma cadeira para cada ESB. Caso a equipe não tenha, será desclassificada do programa. A ausência de apenas um dos equipamentos essenciais na UBS causará a redução da nota da equipe, que será classificada com desempenho ruim.
Caneta de alta rotação, caneta de baixa rotação, compressor de ar com válvula de segurança ou compressor elétrico, cuspideira, autoclave, mocho, refletor, sugador, brocas de alta rotação, luva descartável e máscara descartável são considerados essenciais para o trabalho da ESB.

terça-feira, 16 de maio de 2017

Notícias

A Gerência de Vigilância das Arboviroses divulga o Boletim SE 19.

Notícias

Já está disponível a versão digital do livro ‘Saúde e Sexualidade de Adolescentes’. A publicação lançada no dia 26 de abril pelo Ministério da Saúde (MS) e a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) é a primeira obra destinada aos profissionais de saúde que tem como objetivo dar visibilidade e fomentar o debate no âmbito das políticas públicas de saúde sobre a atenção universal, integral e equitativa dos adolescentes no Sistema Único de Saúde (SUS).